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O
setor sementeiro no Estado de São Paulo desenvolveu-se, a
partir da década de 20, sob os cuidados do Governo Estadual,
de forma pioneira e, por muito tempo, única no país.
Em 1927,
foram distribuídas aos agricultores, sementes das primeiras
variedades de algodão paulista, produzidas em campos de cooperação
pela Secretaria de Agricultura e, em 1934, foi decretado o Monopólio
do Algodão pelo Estado de São Paulo. Iniciou-se, com
essa lavoura, uma política de distribuição
de sementes e mudas no Estado de São Paulo, que cresceu em
quantidade de espécies e variedades produzidas, o que veio
a gerar o Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM), na
estrutura do Governo, para administrar esse interesse.
Em
1944, foi doada à Fazenda do Estado, uma área para
ser instalado, pela Secretaria da Agricultura, Indústria
e Comércio, um posto de expurgo de sementes de algodão
em Bauru, a exemplo de outros, nas demais regiões do Estado,
que foi denominado Posto de Sementes "Osório Martins",
onde esteve, até o ano de 2006, com o nome de Núcleo
de Produção de Sementes de Bauru (NPS/BA) e que, a
partir de então, instalou-se em novo endereço, na
Avenida Rodrigues Alves, 40-50, no chamado 'Hortinho'.
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O
NPS/BA, com seus 16 funcionários de apoio e 3 engenheiros
agrônomos, tem ofertado relevantes serviços e produtos
à Agricultura, principalmente da região central do
Estado. Destacam-se os serviços de análise laboratorial,
em seu Laboratório Oficial de Análise de Sementes
e Mudas (LASO), e vendas de sementes e mudas com qualidade. Como
atividade pioneira, o NPS/BA executa vendas para todo o território
nacional, por meio de encomendas, enviando produtos pelo correio
e, também, por empresas transportadoras.
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