Qualidade, praticidade e preço bom. Esse trio, procurado constantemente pelos consumidores, está fazendo com que a crise econômica fique longe e muitas portas se abram para a Cooperativa dos Produtores do Circuito das Águas (Coopciag), de Amparo, uma das organizações apoiadas pelo Projeto Microbacias II – Acesso ao Mercado.

Com uma agroindústria de vegetais minimamente processados, inaugurada com investimentos do Microbacias há menos de um mês (veja mais aqui), os 45 cooperados colhem os frutos, resultado de boa produção, união e uma certeira gestão.

Em apenas seis dias de vendas ao varejo, os pequenos e médios produtores de Amparo e região receberam a visita de 1.150 pessoas e faturaram R$ 15 mil brutos. A comercialização das frutas e dos legumes e verduras in natura e processados foi realizada na “Feirinha da cooperativa”, que permite o contato direto entre consumidores e produtores. Em seu mix de produtos, que recebem o selo “Bem do Campo”, há mais de 30 itens. O sucesso do espaço foi tão grande, que a Cooperativa precisou ampliar os dias de funcionamento. “Inicialmente, a Feira funcionaria às quartas-feiras, mas a procura foi tão grande, com filas, que achamos por bem abrir as portas ao público também às quintas e sextas-feiras. Ficamos assustados, surpresos e muito felizes com tamanha repercussão. Isso é resultado da excelente qualidade dos produtos e do bom preço ”, avalia Valéria Gerbi, gerente da Coopciag.
 

       
 

De acordo com ela, o preço oferecido na Feira da Coopciag é um diferencial que está atraindo o público. Enquanto, por exemplo, o quilo da vagem é comercializado no mercado comum por R$ 7,00, na Cooperativa o consumidor compra por R$ 4,50. O quiabo, vendido por R$ 5,5 nos varejões, é encontrado por R$ 3,00 na Coopciag. “Além disso, estamos vendendo muito bem aqueles produtos que as prefeituras não compram para serem usados na Merenda Escolar, como é o caso da goiaba; em seis dias foram comercializados 600kg. Até restaurantes estão nos procurando”, anima-se Valéria, que informa que o trabalho de divulgação ainda não foi potencializado. “O marketing está sendo espontâneo, o famoso boca-a-boca”.

Com os investimentos do Microbacias II – Acesso ao Mercado, além da agroindústria, foi possível adquirir a estrutura da feira como bancas, balança, balcões refrigerados, sistema de emissão de nota fiscal e outros. Nos três dias de feira, atendem o público quatro pessoas entre repositores, embaladores e caixa. Para os cooperados e agora empresários, o apoio da CATI e do Microbacias II é essencial. “A assistência que os técnicos da CATI oferecem nos campos colabora significativamente com a melhora da qualidade da produção e permite que os produtores repassem à sociedade produtos frescos e de qualidade. Já os investimentos proporcionados pelo Projeto do governo mudaram nossas vidas. Sem eles não conseguiríamos estar onde estamos”, diz Bento Franco de Lim, presidente da Coopciag.

Para João Brunelli Júnior, coordenador da CATI, a Coopciag está no caminho certo. “Estão ocupando um espaço junto ao mercado, oferecendo produtos saudáveis, diferenciados e com alto padrão de qualidade, que atendem aos anseios do consumidor. Esse sucesso inicial de vendas é apenas o início dessa caminhada vitoriosa de um grupo que acredita no que faz”.

A Feirinha da Coopciag pode ser visitada às quartas, quintas e sextas-feiras, das 8h às 18h, na Av. Augusto Barassa, 1856 - Jardim Silvestre I, Amparo.


Roberta Lage - Jornalista - Centro de Comunicação Rural (Cecor/CATI)

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