09/10/2017 10:00

A Associação de Pequenos Produtores Rurais de Piedade (Apprupi) ganhou mais condições de expandir a comercialização de sua produção com as melhorias entregues na segunda-feira, 2 de outubro, pelo secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim. A entidade foi beneficiada com caminhão com refrigeração, câmara-fria, palets, caixas plásticas e embaladora.

Os equipamentos foram adquiridos via Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável Microbacias II – Acesso ao Mercado, em um investimento total de R$ 221.745, e ampliarão as condições de transporte das frutas e olerícolas da Associação. Também aumentará a produção, já que a capacidade de atendimento à demanda também fica maior.

“O caminhão que a gente tinha era simples, não tem refrigeração, por isso não havia como levar os produtos para municípios mais distantes. E era pequeno, muitas vezes a quantidade transportada não compensava os gastos”, conta o associado Tadeu Maximiano. Atualmente, a Apprupi fornece para a merenda escolar municipal de Alumínio, Votorantim e Piedade a para o Banco de Alimentos de Diadema.

“É a primeira vez na história da nossa entidade que a gente recebe a visita do prefeito da cidade e do secretário de Estado da Agricultura. Estamos muito felizes e agradecidos pelo auxílio do governo do Estado”, disse José Roberto da Silva, presidente da Associação.

Formada em 1994, a Apprupi foi a primeira associação de produtores do município de Piedade. Em meados dos anos 2000 chegaram a ser comercializados mais de seis mil quilos por mês de mercadorias dos produtores para importantes redes varejistas.

Em 2014, os produtores associados participantes já passavam de 30 e, com isso, decidiram fundar a Cooperativa dos Produtores Familiares de Piedade (Cofarp), para terem mais força e condições para acessar novos mercados. Hoje em dia a Apprupi e a Cofarp atuam juntas para levar benefícios para seus integrantes.

Presidente da Cooperativa, Cláudio Benedito relembrou que as melhorias entregues pelo Microbacias II chegaram a ser desacreditadas por alguns agricultores. “Tinha gente que não acreditava que o produtor ia pagar apenas 30% do valor. Esse projeto impulsionou a gente a crescer. Para quem quer trabalhar, é um dos melhores projetos que existem”, elogiou.

Fotos João Luiz (SAA)

Hélio Filho (SAA)


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