Edição n.º 237  - 15 de junho de 2012               

 

Regionais da CATI recebem carros para desenvolver ações

junto aos produtores rurais

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A secretária de Agricultura e Abastecimento, Mônika Bergamaschi, esteve em Campinas, na última terça-feira, para a entrega de 50 veículos que serão utilizados pela CATI no desenvolvimento dos trabalhos do Projeto Microbacias II, que está em andamento em todo território paulista.

 

Das 40 regionais, trinta e duas receberam um Fiat Uno, modelo Attractive 1.4, 2012. Outras, por terem se destacado em número de projetos, conquistaram quantidades maiores: Dracena e Botucatu, três veículos cada uma; Piracicaba, Itapetininga, Itapeva, Bragança Paulista, Jaboticabal e Presidente Venceslau, dois.

 

Foram entregues, também, 10 Fiat Palio, modelo Weekend 1.4, 2012, para uso da administração da CATI. Os investimentos somam R$ 1.807.500, sendo R$ 1.265.250 oriundos do Banco Mundial (Bird) e R$ 542.250 do Tesouro do Estado.

 

De acordo com Mônika, a ideia foi substituir parte da frota, visando melhorar as condições de trabalho dos técnicos da instituição na prestação de serviços aos produtores rurais, que informou também que essa foi uma primeira aquisição e está em andamento a compra de mais 130 automóveis.

 

A secretária de Agricultura destaca ainda que outro ponto importante é o decreto de criação da linha de crédito do FEAP para apoio aos negócios das organizações de pequenos e médios produtores rurais, que está para ser assinado pelo governador Alckmin. Com a assinatura desse Decreto, fica autorizado o convênio com o Banco do Brasil, para reembolso das subvenções econômicas, que irão beneficiar associações e cooperativas que apresentarem seus planos de negócios.

 

Na oportunidade, a Apta recebeu seis dos 11 tratores como parte do Programa de Modernização dos Institutos de Pesquisa, que começou em 2008 e, entre obras e equipamentos, já recebeu investimentos da ordem de R$ 51 milhões.

 

Para a aquisição dos tratores foi usado R$ 1,18 milhão, que será encaminhado às unidades regionais da Apta. Trata-se do maior investimento nos institutos desde 1992/1993, quando foram compradas máquinas agrícolas. Está prevista para o segundo semestre a aquisição de implementos como plantadeiras, pulverizadores, dentre outros. Os tratores entregues têm diferentes marcas e variam de 14,7 a 125 cavalos de potência. 

 

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Produtores e técnicos trocam experiências visando melhorias na produção de alimentos orgânicos

 

A produção de orgânicos vem crescendo significativamente no Brasil, cerca de 30% em área plantada ao ano. Pensando nisso, a CATI  vem promovendo ações para capacitar e atualizar os técnicos, a fim de melhor atender esse setor com assistência técnica de qualidade.

 

Uma dessas ações foi a oficina que aconteceu nos dias 11 e 12 de junho, no Centro de Treinamento da CATI, em Campinas, reunindo cerca de 40 pessoas representando a Comissão Estadual de Agroecologia; a Associação de Agricultura Natural de Campinas e Região (ANC); associações de produtores orgânicos; o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e produtores assentados, além de técnicos da CATI que já desenvolvem algum trabalho na área.

 

A oficina, conduzida por Manoel Beauclair, consultor especializado em produção orgânica, abordou dois temas: o uso e manejo de adubos verdes e organização e gestão de bancos comunitários de sementes, utilizando como exemplo o Programa Bancos Comunitários de Sementes de Adubos Verdes.

 

Segundo Hiromitsu Gervásio Ishikawa, da Divisão de Extensão Rural da CATI e um dos organizadores do evento, a ideia foi conscientizar técnicos e produtores da importância da adubação verde na produção orgânica e apresentar alternativas viáveis para o pequeno produtor. “Muitos agricultores não utilizam a adubação verde pelo alto custo das sementes. Por isso decidimos apresentar essa ideia do banco comunitário, onde a semente é produzida pelo próprio agricultor.”

 

O Programa Bancos Comunitários de Sementes de Adubos Verdes foi lançado em 2007 pelo Ministério da Agricultura. Seu objetivo é propiciar aos agricultores familiares orgânicos, maior independência de insumos na produção. A proposta é que um grupo produza suas próprias sementes e as armazene em um banco para retirada em casos de emergência como a seca, excesso de chuvas, entre outros.

 

Manoel Beauclair explica que o foco principal da oficina é conscientizar técnicos e produtores de que o banco é uma solução para dar ao agricultor autonomia sobre suas sementes. “Esse método é fundamental para quem quer ser autossuficiente na produção e não depender das grandes empresas”.

 

Para Marcelo Laurino, fiscal agropecuário do MAPA e coordenador da Comissão da Produção Orgânica no Estado de São Paulo (CPOrg-SP), a adubação verde é uma alternativa viável técnica e economicamente para a pequena propriedade. De acordo com ele, é importante que a sociedade participe das discussões para formatar políticas públicas para o desenvolvimento do setor, apontando demandas do ponto de vista de quem produz. “Só conseguiremos suprir todas as necessidades quando os conhecimentos de produtores e técnicos forem somados.”

 

Mais informações sobre produção orgânica e sobre o programa podem ser obtidas no site do Ministério da Agricultura: http://www.agricultura.gov.br.

 


Cultivo de ervas medicinais é tema de curso para indígenas

 

Foi realizado nos dias 12 e 13 de junho, na Escola Sol Nascente, situada na terra indígena Itaóca, em Mongaguá, um curso sobre cultivo de ervas medicinais. Participaram 50 indígenas de diferentes aldeias da Baixada Santista, como: Itaóca Guarani, Itaóca Tupi e Aguapeú (Mongaguá); Tekoa Mirim (Praia Grande); Bananal, Piaçaguera e Nhamandu Mirim (Peruíbe).Extensionistas das Casas da Agricultura dos municípios da região também estiveram presentes.

 

“O objetivo do evento foi iniciar um processo que resgatasse o conhecimento indígena sobre uso de ervas medicinais, fazendo-o interagir com o conhecimento científico”, explica o instrutor do curso, Osmar Mosca Diz, engenheiro agrônomo da Divisão de Extensão Rural (DEXTRU) da CATI.

 

Para Catarina Delfina dos Santos, da aldeia Piaçaguera, essa interação pode contribuir com a melhoria da qualidade de vida e geração de renda nas aldeias. O pajé da aldeia Tekoa Mirim, Maurício de Souza, e o cacique da aldeia Itaóca Guarani, Ronaldo de Castro, compartilham da opinião de que a implantação de hortas medicinais nas aldeias pode ser de grande importância para o resgate de uma tradição. “Foi de fundamental importância a inclusão dos jovens no curso, que abordou identificação de espécies, cultivo e uso de ervas medicinais”, afirma Maurício.

 

A última etapa foi a implantação de uma horta medicinal na aldeia Itaóca Guarani, com mudas disponibilizadas pelos indígenas, pela Prefeitura de Mongaguá e pela CATI. O objetivo é que essa unidade seja uma referência para propagação das plantas para cultivo familiar ou coletivo.

 

“A cooperação entre indígenas, Prefeituras, CATI e Funai, com uma abordagem de ATER que contempla a região metropolitana da Baixada Santista, é determinante para a integração e construção de uma rede profissional, que facilita a execução das ações previstas nos planos de etnodesenvolvimento do Projeto Microbacias II, como o cultivo de plantas medicinais, por exemplo”, avalia Fernando Gonçalves, diretor do Departamento de Agricultura, Abastecimento e Pesca de Mongaguá. Cristiano Hutter, coordenador técnico local da Funai, complementa: “A parceria com a CATI é necessária. Uma semente foi plantada, a árvore começou a crescer e a dar frutos”.

 


CATI Regional São Paulo desenvolve Planos de Etnodesenvolvimento com Comunidades Indígenas

 

Como parte das atividades do Programa Estadual de Microbacias Hidrográficas II – Acesso ao Mercado, estão sendo elaborados planos de etnodesenvolvimento de aldeias indígenas. Os planos são construídos a partir de debates que, de maneira participativa, justa e democrática, registram as principais dificuldades, as condições de sobrevivência, os problemas e as possíveis soluções na busca de melhores condições de vida para os indígenas.

 

Sendo um requisito para o PDRS, os planos representam uma importante e imprescindível ferramenta na busca de elencar projetos que, segundo consenso da comunidade, poderão contribuir de maneira efetiva no processo de etnodesenvolvimento da aldeia.

 

Nos últimos meses, foi desenvolvido um plano com participação da comunidade indígena da Aldeia Tenondê Porã e apoio da equipe de técnicos da CATI Regional São Paulo. De acordo com a zootecnista Dayla Ciancio, assistente de planejamento da CATI Regional São Paulo, faz dois anos que tiveram início os trabalhos de coleta de dados, que foi feita por meio de diagnósticos participativos. O plano traz estratégias de ações para a segurança alimentar, geração de renda, incentivo ao turismo e produção de artesanato, entre outras.

 

Em maio, no Parque da Água Branca, na capital Paulista, foi realizada uma reunião de trabalho entre os integrantes da regional, responsáveis pelo plano e técnicos da Fundação Nacional do Índio (Funai) e consultores da Gestão Ambiental de Terras Indígenas (Gati), que conheceram e ajudaram a validar as propostas contidas no referido plano.

 

Segundo o médico veterinário João Carlos de Campos Pimentel, diretor técnico da CATI Regional São Paulo o programa está percorrendo um bom caminho, pois os principais interessados foram os primeiros a aprovar o referido plano. “Vamos atingir o objetivo que nos propusemos em relação aos povos indígenas da regional”.

 

“Acredito que apesar do projeto não acontecer com a rapidez que gostaríamos, vai ter um resultado positivo e proporcionar o bem para o povo guarani”, avalia o cacique Timóteo, da terra indígena Tenonde Porã, que significa Belo Futuro, situada em Parelheiros, zona rural do município de São Paulo, ao avaliar o Plano de Etnodesenvolvimento da Terra Indígena Tenonde Porã.

 


CATI Regional Lins realiza capacitação em Gestão Produtiva do Café

 

A cadeia produtiva do café tem grande importância econômica na região de Lins, por esse motivo a CATI Regional organizou, nos dias 28 e 29 de maio, uma capacitação para técnicos e produtores dos municípios de Cafelândia e Getulina. “Essa cadeia foi priorizada pelos Conselhos Municipais e Regional de Desenvolvimento Rural. Por isso é muito importante que os técnicos da Regional estejam em constante atualização”, ressaltou Cyro Queiroz Junqueira, diretor da CATI Regional Lins, durante a abertura do evento, que contou com palestras e visitas técnicas.

 

No primeiro dia, o engenheiro agrônomo Choshin Kameyama falou sobre a Gestão de Cadeias Produtivas, e o consultor Paulo Sonehara, sobre Controle de Custos. Depois os participantes visitaram uma propriedade rural onde estão implantados dois campos – um de clones de conilon e outro de robusta. “Nessa propriedade os presentes tiveram a oportunidade de verificar o desenvolvimento dos vários clones de café conilon, bem como tirar dúvidas sobre a implantação e o manejo”, ressaltou Choshin Kameyama, que coordena os experimentos.

 

A propriedade está arrendada pelo produtor Luiz Roberto Gonçalves, um dos entusiastas na implantação do café conilon, cujo ensaio está sendo acompanhado pelos técnicos da Regional Lins, com orientações do Centro de Café do Instituto Agrônomico de Campinas (IAC).

 

No dia 29, as atividades tiveram início na sede da Regional em Lins, com exposições sobre o Panorama da Cafeicultura, pelo engenheiro agrônomo Edson T. Savazaki; Produção de mudas enxertadas de café, pelo engenheiro agrônomo Marcos Antonio Zanini; Boas Práticas na Cafeicultura, pelo engenheiro agrônomo Choshin Kameyama.

 

A visita a campo foi realizada em  uma propriedade de Getulina (Sítio Ushijima), do produtor Paulo Sonehara e onde está implantado outro campo de café conilon. Nesta propriedade também foram demonstrados alguns resultados iniciais de variedades, preparo de cova, espaçamento, irrigação, consórcio de espécies florestais com café, sistema de produção e planejamento da propriedade.

 

A cultura do café ocupa uma área de 2.065,4ha, sendo 2.059 ha com  arábica (produtividade esperada de 25,6 sacas benef./ha) e 6,4ha de conilon em início de produção (produtividade esperada de 30 sacas benef./ha).

 


Curso de Piscicultura em Anhembi

 

A Casa da Agricultura de Anhembi, com o apoio da CATI Regional Botucatu, realizou no dia 12 de junho o Curso Piscicultura Modulo I - “Potencialidade Local e Regional para o Desenvolvimento Sustentável da Piscicultura”, com o pesquisador Luiz Ayrosa, da Apta do Polo de Assis.

 

No curso, que faz parte do Programa de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura no Município de Anhembi, foram discutidos com as lideranças dos pescadores e piscicultores vários temas relativos às dificuldades e potencialidades da cadeia produtiva da piscicultura (clima, qualidade das águas, solos, peixes etc.). Foram enfatizados os temas de produção em tanque-  -rede e tanque-escavado, mostrando uma panorâmica geral das técnicas, custos, projetos já existentes, licenciamento e a vivência de 30 anos do pesquisador junto à aquicultura, e também sobre a importância da organização dos pescadores e piscicultores.

 

A atividade foi realizada de forma informal com intensa participação de todos. Para futura sequencia do Projeto de Capacitação dos Piscicultores, foram formados três grupos:  de tanque-rede, tanques-escavados em produção instalados e de tanque- escavado para iniciantes.

 


Casa da Agricultura de Juquiá capacita produtores no Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar na cultura da Pupunha

 

Por meio de parceria entre a Prefeitura Municipal e a Casa da Agricultura de Juquiá foi realizado no dia 1º de junho, na Associação de Amigos de Bairro Ribeirão Fundo de Cima, o curso de capacitação na implantação e no manejo do palmito Pupunha.

 

O curso, ministrado pelo engenheiro agrônomo Eduardo Zahn, assistente de planejamento da CATI Regional  Registro, contou com a presença de 25 participantes entre autoridades, produtores, agricultores do bairro, além dos técnicos da Prefeitura local.

 

 “O apoio que estamos recebendo da Casa da Agricultura é muito importante porque nosso bairro, aos poucos, vem se destacando como uma região produtiva. Basta cada um de nós acreditarmos e trabalharmos”, afirma o produtor Pires. “São bastante válidas as ações que visam o bem estar do bairro e de seus moradores”, completa Ilso Luiz dos Santos, diretor do Departamento de Agricultura e Turismo.

 


Cravinhos e São Simão promovem capacitação em

Boas Práticas na Produção de Tomate

 

As Casas da Agricultura de Cravinhos e São Simão, ligadas à CATI Regional Ribeirão Preto, promoveram treinamento de boas práticas na produção de tomate. O treinamento é parte integrante do Projeto realizado pelas Casas da Agricultura juntamente com a Apta Regional de Ribeirão Preto, para o fortalecimento dos grupos informais e formais de produtores da região.

 

“O programa busca viabilizar a substituição do sistema de irrigação por sulcos, associado à aplicação de corretivos de solo e fertilizantes de forma empírica, por sistemas de fertirrigação por gotejamento embasados na amostragem do solo”, explica Michel Golfetto Calixto, responsável pela Casa da Agricultura de Cravinhos.  

 

O projeto elaborado pelos técnicos de Cravinhos e de São Simão, consiste na transferência de tecnologias em forma de treinamento e visitas de acompanhamento nas propriedades. As capacitações envolvem fertirrigação, técnicas de manejo e condução da lavoura, sistematização da lavoura para mecanização, controle de pragas e doenças e gestão financeira, buscando aumento de produtividade e rentabilidade.

 

Os treinamentos são realizados em conjunto com os técnicos da Apta, Regionais de Ribeirão Preto e de Mococa, coordenados pelo pesquisador e engenheiro agrônomo Roberto Branco Ferraz.

 

A adubação e a calagem, segundo o engenheiro agrônomo Oswaldo da Cunha Maccheroni, são dispendiosas, mas muito importantes para uma boa condução e produtividade, juntamente com as demais práticas citadas acima. Oswaldo salienta ainda a importância de uma amostragem de solo bem feita para melhor uso dos insumos.

 

“O treinamento foi importante pois foram demonstradas novas tecnologias de produção, que buscam a redução de custos e o aumento de produtividade”, conclui o produtor de tomate e mudas, Antônio Augusto Greggio de Coli, participante do projeto.

 


Representantes do setor aprovam Plano Regional de Desenvolvimento Rural

 

Conselheiros municipais, lideranças, representantes de entidades e técnicos de entidades públicas, privadas e organizações não governamentais ligados ao agronegócio se reuniram, no fim de maio, para avaliação e revisão das ações priorizadas para os municípios que integram a CATI Regional de Guaratinguetá.

 

O encontro foi realizado no município de Lorena e contou com a presença de 56 participantes, que representaram 12 municípios. Além disso, o evento contou com a adesão de nove representantes técnicos de Prefeituras Municipais, entidades públicas e organizações não governamentais.

 

O Plano Regional de Desenvolvimento Rural é fruto de um processo participativo iniciado no segundo semestre de 2011, que contou com a realização de outros dois encontros e oito oficinas de diagnósticos e definição de diretrizes para as principais cadeias agropecuárias.

 

De acordo com Jovino Paulo Ferreira Neto, diretor da Regional,  dentre as propostas apresentadas, destacaram-se a necessidade de integração de esforços dos projetos de assistência técnica que as diversas entidades desenvolvem junto aos produtores de leite; a regularização fundiária; a formalização de produtores; o fortalecimento da rizicultura e do cooperativismo entre os agricultores, visando melhorar acesso ao mercado e estabelecer zoneamento agrícola e um amplo projeto de recuperação de áreas degradadas, com enfoque em pastagens, que ocupam aproximadamente 70% da área rural da região.

 

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Reunião Técnica sobre Milho

Data: 21 de junho de 2012

Horário: das 8 às 13h30

Local: Associação Atlética Banco do Brasil - bairro Saltinho - Mogi Mirim (SP)

 

 

Festa do Morango - Atibaia/Jarinu

Datas: 23, 24 e 30 de junho - 1, 7, 8 e 9 de julho

Local: Parque do Morango - Duílio Maziero - Rod. Edgar Máximo Zambotto, km 77 - Campo dos Aleixos - divisa Atibaia/Jarinu (SP)

Informações: www.agrofeiracircuitodasfrutas.com.br/

 

 

 

 

 

1.º Festival de Inverno

Datas: de 29/6 a 3/7

Local: Praça de eventos "Toamitse Ivasaki" - São Miguel Arcanjo (SP)

 

 

 

 

 

VI Curso Controle da Verminose em Pequenos Ruminantes

Data: 5 de julho de 2012

Local: Instituto de Zootecnia - Nova Odessa

Informações: http://www.iz.sp.gov.br/evento.php?id=183 | (19) 3466-9413

 

 

 

8.ª Festa do Vinho Colonial

Datas: de 5 a 8 de julho de 2012

Local: Recinto de exposições "Massuto Fujihara" - São Miguel Arcanjo (SP)

 

 

AGRIFAM
Datas: de 3 a 5 de agosto de 2012

Horário: das 8 às 17h

Local: Recinto de exposições "Facilpa" - Av. Lázaro Brígido Dutra, 300 - Lençóis Paulista (SP)

Informações: www.agrifam.com.br | (14) 2106-2800

 

 

 

 

 

Festa do Morango - Jundiaí

Datas: 3, 4, 5, 10, 11 e 12 de agosto

Local: Parque Comendador Antônio Carbonari (Parque da Uva) - Av. Jundiaí, 1.111 - Bairro Anhangabaú - Jundiaí (SP)

Informações: http://www.agrofeiracircuitodasfrutas.com.br/

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