Edição n.º 64                                                                      De 20 a 25 de outubro de 2008

Agricultura Familiar é destaque em Feira na cidade de Pedreira

     Organizada  pelo  Conselho  Municipal  de Desenvolvimento  Rural,  com o  apoio da Casa da Agricultura   e   da   Prefeitura,  a   Feira   da  Agricultura   Familiar   de   Pedreira   (município  pertencente  à CATI  Regional  Bragança  Paulista),  realizada  nos  dias   18  e  19  de    outubro, contou  com   um diferencial:  a integração com a IV Exposição de Orquídeas. “Isso permitiu que um número maior de pessoas pudesse comparecer e conhecer a diversidade e riqueza da área rural do município”, disse Ivone Ap. Araújo, presidente do Conselho.

     Segundo a eng.ª agr.ª Paula Chaves, da Casa da Agricultura, a Feira, que já está na sua terceira edição, tem como objetivo divulgar a produção artesanal do município, principalmente para a população urbana. “Pedreira recebe milhares de turistas em busca de suas famosas porcelanas. Queremos  aproveitar   esse   fluxo   turístico  e aprimorar as opções de compras e lazer também na área rural com o turismo rural e o de aventura", esclareceu a agrônoma.

     Em um amplo espaço, os visitantes puderam conhecer e adquirir  comidas  típicas  de  fazenda, alimentos   orgânicos,   publicações  e   obter informações detalhadas sobre a área  rural. A CATI esteve presente, nos dois dias da Feira, com um estande de venda de suas publicações técnicas. “O interesse foi muito grande, principalmente pelas Instruções Práticas, que possuem detalhamento sobre a produção de pratos e receitas com diversos ingredientes, como a mandioca e a soja”, ressaltou Carmen Ivani Garcez, responsável pela área de venda de publicações da CATI.

    Além dos produtos da agricultura familiar, os visitantes puderam conhecer projetos de conservação ambiental  realizados  pela  Associação dos moradores da Microbacia e ONGs, bem como o trabalho que  a  CATI  tem  realizado  para o  fortalecimento  da agricultura familiar na região, principalmente as ações do Programa de Microbacias.

     Mais de três mil pessoas passaram pela Feira e pela Exposição de Orquídeas. Para a presidente do Conselho de Desenvolvimento  Rural  foi uma  grata  satisfação.  “O fortalecimento do Conselho se traduz no fortalecimento dos  agricultores  familiares, que têm  um  espaço  para externar   seus   anseios  e  necessidades,   bem  como  buscar   soluções   para  um desenvolvimento sustentável. A realização e o sucesso da Feira é a coroação do trabalho de muitas famílias que amam a terra e dela tiram o seu sustento e o sustento para a vida de outros também”, salientou Ivone.


Programa de Microbacias é avaliado em Paraguaçu Paulista

     No último dia 16 de outubro, na sala Alecrim, do Centro de Convergência Turística “Governador. Mario Covas”, na Estância Turística de  Paraguaçu  Paulista,  estiveram  reunidos  o Conselho  Municipal  de  Desenvolvimento  Rural (CMDR) de Paraguaçu Paulista e produtores rurais das três microbacias que vêm sendo trabalhadas no município: Água do Alegre, no Bairro do Campinho, e São Matheus e Água da Cachoeira, no Bairro de Sapezal. A reunião foi de avaliação das ações do Programa Estadual  de  Microbacias  na  região,  os benefícios trazidos na primeira fase e o reforço das propostas para o Microbacias 2, que está em fase de finalização do acordo junto ao Banco Mundial.

     Estiveram presentes ao encontro, e fizeram explanações, o responsável pela Casa da Agricultura  de Paraguaçu  Paulista,  eng.º  agr.º José V anderlei  Gonçalves,  a  técnica-executora do PEMH, eng.ª agr.ª Celina Harumi Nishizawa, o eng.º agr.º Luiz Antonio Pavão, assistente de planejamento da CATI Regional Assis e o presidente do CMDR, eng.º agr.º Hiroshi Kakinohana. A intenção era fazer um histórico, falar sobre as mudanças ocorridas  desde  que o  programa começou  a ser  implantado o município  no início da década de 2000, “mudanças que trouxeram benefícios sociais e econômicos à zona rural de Paraguaçu Paulista, lembrou Celina Nishizawa.

     Luiz A.  Pavão  falou  sobre o futuro e o  engajamento  dos  produtores  rurais  ao Microbacias 2. Está previsto o atendimento a 1.500 microbacias e aquelas que já estão no Programa devem continuar  para  que os  ganhos  obtidos não  se  percam e  novas conquistas sejam feitas. Como novidade para a região, incentivos para a construção de armazéns de grãos para que os pequenos produtores possam armazenar sua produção e melhor negociar os seus produtos.  Segundo  Pavão,  essa  foi  uma  das  reivindicações encaminhadas aos responsáveis pelo planejamento do Microbacias 2 e que devem ser atendidas. “A proposta do programa é o desenvolvimento sustentável, com enfoque às necessidades levantadas de acordo com cada região”, enfatizou Pavão, lembrando que a região é conhecida produtora de grãos, principalmente soja e milho.

     César Fioravante Pedroso, membro do CMDR e representante da Prefeitura Municipal, e Elsa Maria dos Santos Maioli, presidente da Associação dos Produtores Rurais do Bairro do Campinho e representante das associações no CMDR, relataram as mudanças ocorridas depois da implantação do PEMH, comentando sobre um dos projetos, o CATI – Leite que vem sendo desenvolvido com ótimos resultados para os pecuaristas, sendo, portanto, “de suma importância a continuidade do Programa no município”, salientou Elsa Maioli. 


Conselho Regional de Desenvolvimento Rural de Mogi Mirim lança
Projeto sobre Segurança no Campo

     Pensar na paisagem rural sempre foi sinônimo de tranqüilidade e segurança. Hoje em dia esse cenário tem mudado em diversas cidades do interior do Estado. Na região de Mogi Mirim, têm se multiplicado as ocorrências de saques de produção;furtos de fiações, encanamentos de irrigação e de animais; roubos de máquinas e em residências, muitas vezes  com  atentado  à  vida  das  famílias  rurais.  Visando  difundir i nformações e conscientizar a população rural sobre a importância da adoção de medidas quanto à segurança  a  área  rural,  o  Conselho  Regional d e Desenvolvimento Rural e a CATI elaboram um folder com dicas   práticas,  com  o  objetivo  de  promover  a conscientização  das  pessoas  sobre a  gravidade  do problema e indicar ações para aumentar a segurança no meio rural.

O lançamento foi realizado na Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial de Artur Nogueira (Expo Artur).“É importante ressaltar que a conscientização sobre o problema se deve ao diagnóstico participativo realizado com a comunidade para a elaboração do plano de ações do Programa de Microbacias executado pela CATI. As famílias apontaram a falta de segurança como uma de suas principais dificuldades para continuar no campo”, salientou Roberto Schneider, presidente do Conselho.

     Foram  confeccionados  mais  de  dez  mil   folders  que  serão  distribuídos nos onze municípios  da região.  Para  dar  visibilidade  a  esse  trabalho  de  conscientização,   foi realizado um evento na Expo Artur com produtores e autoridades. “Queremos envolver as pessoas da zona rural e despertar os moradores da área urbana para o problema, visando aumentar a segurança, com a adoção de medidas preventivas e ampliar o envolvimento dos agentes de segurança pública na proteção aos moradores das áreas rurais”, diz Schneider.

     As ações em busca do aumento de segurança na área rural tiveram início com um movimento dos produtores que levaram seus problemas e reivindicações aos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural, que acionaram a busca de soluções comuns por meio do Conselho Regional.   “Em  parceria  com  a  CATI,  o Conselho  Regional  promoveu  dois  Encontros  Regionais  sobre Segurança na Área Rural. Nesses eventos, descobriu-se que a falta de segurança tem gerado problemas comuns aos municípios, interferindo na escolha da atividade agropecuária, em mudanças da zona rural para as cidades e na venda de propriedades. Outro ponto negativo destacado foi a falta de registro de boletins de ocorrência nas delegacias, o que ocasiona a falta de priorização da área nas ações da polícia local”, ressalta Schneider.


CATI e ITESP avaliam resultados do Programa de Microbacias
no Pontal do Paranapanema

     No início  de outubro,  aconteceu  uma  reunião de  planejamento  e  avaliação  das atividades  do  Programa  Microbacias desenvolvidas no município de Mirante do Paranapanema. Esse evento reuniu técnicos da CATI,  da  Fundação  ITESP  e  da Prefeitura Municipal.

     Hoje  existem  970  microbacias implantadas em 514 municípios paulistas. Destas, 28 estão localizadas em assentamentos rurais, visando promover a recuperação e preservação destas áreas. No município de Mirante do Paranapanema, através do convênio estabelecido entre a Fundação ITESP, Prefeitura Municipal e a CATI, os trabalhos estão sendo realizados em cinco Microbacias, três em áreas de assentamentos rurais, envolvendo 222 famílias e duas em áreas de propriedades rurais.

     Os técnicos envolvidos no projeto no município de Mirante do Paranapanema estão empenhados nos trabalhos da primeira fase do Programa Microbacias, que tem seu término previsto para 30 de novembro de 2008. Até lá serão concluídas várias ações já em curso nas microbacias Córrego da Prata, Córrego Borboleta e Lago São Bento.

     As ações de destaque são a implantação de cinco abastecedouros comunitários, a execução de 25 mil metros de cerca em áreas de preservação permanentes, o fornecimento de 37 unidades de equipamentos (distribuidor de calcário, roçadeira tratorizada e roçadeira costal), a entrega de 54 kits de divisão de pastagens de três hectares cada para viabilizar a prática do pastejo rotacionado, o controle de erosão em 71 lotes agrícolas, abrangendo cerca de mil hectares. Foram aplicados, até o momento,  R$ 2.700.000,00  nas ações desenvolvidas nas áreas de assentamentos do Estado, beneficiando mais de 1.300 produtores rurais.

     Este encontro, além de dar visibilidade e avaliar os trabalhos desenvolvidos dentro do programa de microbacias, serviu para troca de informações e orientações estratégicas entre as entidades parceiras. O Diretor da CATI Regional de Presidente Venceslau, Clóvis de Alencar, confirmou a liberação de novos incentivos para a região e a necessidade de acompanhar a aplicação dos mesmos, a fim de que se cumpram todos os objetivos a que se propõe o programa, pedindo, para tanto, a colaboração dos técnicos de campo da Fundação ITESP.

     O gestor do programa pelo ITESP, Afonso Curitiba  Amaral, destacou a importância do Programa Microbacias 2, que será desenvolvido em parceria entre a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, através da CATI, e a Secretaria da Justiça e Cidadania, por intermédio da Fundação ITESP, já que as ações serão ampliadas também para as comunidades quilombolas e indígenas e terá seu  foco na geração de emprego e renda.

     Na oportunidade, foram dados diversos encaminhamentos: contato com a Gerência Regional do Banco Nossa Caixa, no município de Presidente Prudente, buscando agilizar os mecanismos de transferência dos recursos dos incentivos financeiro da conta do beneficiário para conta do fornecedor,  por meio de um formulário específico do Banco Nossa Caixa, adotando procedimentos uniformes nas agências; realização de reuniões entre técnicos do Itesp, Cati, assentados e fornecedores, explicando de maneira participativa os futuros procedimentos a serem adotados; agendamento  de reunião com especialista da área técnica de pastejo rotacionado da CATI para capacitação sobre o manejo rotativo de pastagens, para que assim os beneficiários do programa utilizem o incentivo de forma adequada e ampliar o trabalho com os quinze  proprietários rurais  particulares que estão inseridos na Microbacia Hidrográfica Água da Prata.


CATI Regional de Avaré faz treinamento em pecuária leiteira

     Orientar e capacitar os produtores de leite para aumentar a produção em pequenas áreas e com redução dos custos é o objetivo do Projeto CATI Leite, desenvolvido em todo o território paulista. No caso da região de Avaré o projeto é realizado em parceria com a Prefeitura da Estância Turística de Avaré, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura (SMAA), que disponibiliza veterinários, agrônomos e técnicos.

     O treinamento reuniu os municípios de Avaré, Arandu, Águas de Santa Bárbara, Barão de Antonina,  Cerqueira César,  Coronel  Macedo,  Iaras,  Itaí,  Itaporanga,  Manduri, Paranapanema e Taquarituba. Foi ministrado pelo médico veterinário da Prefeitura da Estância Turística de Avaré, Renato Vilem e pelo eng.º agr.º Edson Tadashi Savasaki, da CATI Regional de Lins.

     Para João Fidelis, secretário municipal de Agricultura, a parceria entre a SMAA e a CATI é fundamental para viabilizar uma série de ações, programas e projetos que beneficiam, principalmente, o pequeno produtor rural.

     Segundo o monitor do Projeto na região de Avaré, engenheiro agrônomo Rafael Marcelino, o treinamento abordou o manejo de vacas leiteiras, com informações sobre o aspecto sanitário do rebanho, planejamento da propriedade, formação e manejo de pastagens, nutrição, irrigação, bem estar animal, índices zootécnicos e demais temas de importância.

     Renato Vilem falou ainda sobre intervalos de partos, período de lactação, estruturação do rebanho, saúde e aspectos do bem estar animal, manejo de touros, tipos de gramíneas mais utilizadas na formação de pastagens, dimensão dos piquetes, entre outros. “Uma boa média para ser atingida é de 100 litros de leite/hectare/dia”, apontou Vilem.

     Edson Savasaki fez uma explanação geral do Projeto, elucidando regras e orientações a que os produtores inscritos no Projeto estão sujeitos e abordou a implantação do projeto na propriedade.

     Fernando Franco, gestor de agronegócio da Prefeitura de Avaré salientou que São Paulo é o quarto maior produtor de leite do Brasil e a atividade leiteira, como precisa de mão-de-obra diária, gera muitos empregos diretos. “Ocupando o quinto lugar das cadeias produtivas mais importantes de Avaré, a produção leiteira em 2007 gerou uma renda bruta de aproximadamente R$ 3 milhões, com uma produção de quase 5 milhões de litros”, disse Franco, apontando que, regionalmente, a produção anual de leite na área de abrangência da CATI Regional Avaré registrou, em junho de 2007, de acordo com o IEA/SAA, uma produção total de 45.525.000 litros de leite.

     O diretor da CATI Regional Avaré, Antonio Rangel, alegou que os técnicos das Casas da Agricultura dos doze municípios de abrangência do EDR Avaré vão difundir a tecnologia entre os produtores de leite cadastrados no projeto, ampliando a produção e gerando mais renda e dignidade aos produtores rurais e agricultores familiares que se dedicam à atividade


Casa da Agricultura de Lutécia realiza curso sobre manejo bovino

     A Casa da Agricultura de Lutécia, pertencente à CATI Regional Assis, realizou o Curso de capacitação sobre Manejo de Vacas e Touros. Organizado pelo eng.º agr.º Marcelo Girotto, da Casa da Agricultura e pelo méd. vet. Laucir Glauco de Genova, da Regional de Assis, o evento contou a presença de autoridades e técnicos da CATI e muitos produtores interessados em conhecer o projeto CATI Leite, apresentado pelo eng. agr. Edson Tadashi Savazaki, da CATI Regional Lins, que tem prestado apoio técnico nas ações realizadas na região.

     O curso teve uma carga horária de 16 horas. Segundo Marcelo Girotto, ele está em conformidade com o Programa Risco Sanitário Zero, implementado pelo governo do Estado, com o objetivo de assegurar que a qualidade dos alimentos seja testada amplamente no território paulista e obtenha reconhecimento no mercado interno e externo. “Isso será alcançado com ações educacionais que promovam a capacitação dos técnicos e dos produtores rurais, por meio de apresentação de temas relativos a educação sanitária, medicina veterinária preventiva, saúde animal, manejo sanitário e o esclarecimento sobre a viabilidade da pecuária leiteira nas pequenas propriedades”, diz o agrônomo responsável pelo projeto CATI Leite em Lutécia, acrescentando que “o técnico da CATI orienta e presta assistência, mas quem implementa as ações são os produtores. Transferir tecnologia é a essência da Instituição”.


Renegociação da dívida agrária vai até dia 14 de novembro

     Agricultores familiares e assentados da reforma agrária da região Sudeste do Brasil têm até 14 de novembro de 2008 para aderir à renegociação das dívidas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) e do Programa Especial de Crédito para Reforma Agrária (Procera).

     Quem aderir tem direito a descontos e bônus para refinanciar ou mesmo liquidar suas operações em condições muito especiais. Dos aproximadamente 536 mil agricultores familiares e assentados da reforma agrária no Brasil que poderão ser beneficiados com a medida de renegociação, cerca de 40 mil são do Sudeste brasileiro.

     Segundo o gerente geral da agência do Banco do Brasil, Carlos Alberto Cezário, não há procura dos agricultores para a renegociação do Pronaf e do PNCF que estão sendo liquidados em dia. Por outro lado, parte dos contratos do Procera está em fase de renegociação da dívida. Cezário atribui a baixa inadimplência do Pronaf ao bom momento vivido pelo setor agropecuário de Avaré.

     Informações da Casa da Agricultura de Avaré dão conta de que os agricultores familiares têm o cuidado de manter suas contas em dia, garantindo assim, acesso aos novos créditos. Para Fernando Franco, gestor de agronegócio da Secretaria da Agricultura de Avaré, a produtiva safra de 2007, os bons preços dos produtos agrícolas alcançados no período e a falta de problemas climáticos ajudaram o agricultor familiar na quitação dos financiamentos. 

Como aderir - O diretor de Financiamento e Proteção da Produção da Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), João Luiz Guadagnin, explica que é muito simples para o agricultor aderir, ou seja, basta ir ao banco e assinar um termo de adesão à renegociação de dívidas rurais da Lei 11.775/08 (antiga Medida Provisória 432).

     No termo devem constar o nome completo e o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF). O passo seguinte, após a adesão, é a liquidação total da dívida ou a amortização mínima para quem quer pagar a dívida em prestações. O agricultor que aproveitar os benefícios adicionais e liquidar toda a dívida poderá ter novas oportunidades de financiamentos rurais do Pronaf. Ou seja, vai estar apto a tomar novos créditos para dar continuidade ao seu trabalho no estabelecimento familiar.

Vantagem - Para pagar uma dívida de custeio do antigo Grupo C do Pronaf, de R$2.855,58, contratada em julho de 2006 e vencida em fevereiro de 2007, o agricultor familiar da região Sudeste poderá se beneficiar de um desconto de 20% acrescido de bônus de R$ 200. Com isso, sua dívida pode cair para R$ 2.393,36. Essa mesma dívida chegaria a R$ 3.696,47, caso fossem aplicados os juros efetuados hoje pelo sistema bancário. Guadagnin explica que esse é apenas um exemplo. O banco avaliará caso a caso, já que cada agricultor tem uma situação diferente.

     Ele alerta que o agricultor que não se manifestar até 14 de novembro poderá ficar impedido de efetuar transações financeiras, tais como manter conta em banco e tomar novos empréstimos. Em alguns casos, o nome desse agricultor poderá ser inscrito na Dívida Ativa da União. Mais informações podem ser obtidas na Casa da Agricultura de Avaré, no Banco do Brasil e Banco Nossa Caixa ou no site www.mda.gov.br/saf
 

 

VI Encontro Brasileiro de Criadores de Búfalo
Data: 6, 7 e 8 de novembro de 2008
Local: Registro - Vale do Ribeira - SP





VI Ciclo de Palestras sobre Heveicultura Paulista

Data: 26 e 27 de novembro de 2008
Local: São José do Rio Preto - SP
Informações: www.apabor.org.br
Tel:(17) 3235-1088 e
SAA/CATI (17) 3224-7533

 

Editora Responsável:  Jorn: Graça D'Auria
Jornalistas: Cleusa Pinheiro, Graça D'Auria e Suzete Rodrigues

Colaboração:
Fernando Franco
Web Designer:
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