CATI comemora Dia Nacional da Abelha incentivando a conscientização sobre a importância desse inseto para a biodiversidade e a produção de alimentos

Celebrado no dia 3 de outubro, o Dia Nacional da Abelha é uma oportunidade para a conscientização sobre o trabalho essencial desses insetos para a vida humana, os quais estão com sua preservação ameaçada. Aproveitando para reafirmar o seu compromisso com as atividades da apicultura (criação de abelhas com ferrão) e da meliponicultura (criação de abelhas sem ferrão), a CATI organizou, na data, um evento comemorativo com uma programação interativa, prática e lúdica, para um público de cerca de 100 pessoas, interessadas em contribuir com a sensibilização da sociedade em geral.

Oficinas, conversas ao pé da árvore e passeios pelo parque da CATI, que abriga diversas espécies florísticas e árvores frutíferas de interesse de abelhas nativas sem ferrão foram temperadas com o entusiasmo das participantes, que aproveitaram a oportunidade para trocar experiências e aprendizados.

Já na solenidade de abertura, a emoção deu tom do que seria o dia: um tempo de troca de saberes científicos e populares. Em uma mensagem com “veia extensionista”, o engenheiro agrônomo Osmar Mosca Diz, da Divisão de Extensão Rural (Dextru/CATI), um dos organizadores do evento, destacou a importância das abelhas e conclamou a todos a se engajarem em sua proteção. “O Dia da Abelha” foi instituído pelo Ministério do Meio Ambiente para ser comemorado e celebrado com atividades educativas, de divulgação e de sensibilização a respeito do valor e da importância grandiosa desses insetos para a sobrevivência e o equilíbrio dos ecossistemas, por meio do serviço de polinização. Mas as abelhas correm perigo, pois estão morrendo dia a dia. As causas são inúmeras e, infelizmente, todas elas são provocadas pelo ser humano, incluindo a poluição e o uso abusivo dos agrotóxicos. A morte das abelhas é um sinal claro de que precisamos repensar nossa relação com os bens naturais, conosco mesmos e com toda a sociedade. As abelhas são um elo entre o ser humano e a natureza. Por isso, a nossa missão, nesse segundo Dia da Abelha promovido pela CATI, é colaborar para que cada um de nós possa desenvolver ainda mais um sentimento de respeito, de carinho e de proteção em relação às abelhas. Devemos ser multiplicadores do amor que cuida, protege e salva”.

     


Apontando os caminhos práticos que a instituição tem percorrido e ainda irá percorrer para fortalecer a apicultura e a meliponicultura em São Paulo, contribuindo com a preservação das abelhas, ao mesmo tempo que incentiva as duas atividades como alternativa de renda e emprego para os agricultores familiares, o coordenador da CATI, João Brunelli Júnior, fez um relato das ações e do compromisso que envolve extensionistas da rede, em diversas regiões do Estado. “As abelhas são essenciais para a biodiversidade e a produção de alimentos, pois quando as flores das plantas são polinizadas por elas, a produção agrícola aumenta, assim como a qualidade dos frutos. O poder da polinização em culturas frutíferas, como morango e maçã, e em hortaliças, já são bem conhecidos, mas muitos desconhecem que culturas, como o café, podem ter um incremento de cerca de 30% na sua produtividade e qualidade. Há mais de quatro décadas, extensionistas da CATI tem trabalhado principalmente para o fortalecimento da apicultura. Recentemente, a meliponicultura passou a ser foco do nosso trabalho, por conta de as abelhas nativas também estarem ameaçadas. Além da polinização, a cadeia produtiva dessas atividades é muito interessante para a agricultura familiar, pois gera renda com sustentabilidade ambiental e pode ser conduzida junto com outras atividades. Sendo assim, temos atuado em várias frentes para fortalecê-las, desde a criação das abelhas até a comercialização do mel e outros produtos. Temos representantes de 28 Regionais da CATI envolvidos diretamente nesse trabalho de extensão rural, que inclui um diagnóstico para conhecer os apicultores e a produção apícola paulista, o que possibilitará traçar metas e desenvolver projetos estruturados regionalmente; por meio do Projeto Microbacias II liberamos R$ 1,6 milhão, que fortaleceu e estruturou associações de apicultores; estamos participando efetivamente da elaboração do Plano de Fortalecimento da Apicultura e Meliponicultura no Estado de São Paulo, ação que congrega representantes de todos os elos da cadeia produtiva; entre outras ações (ver box)”, disse o coordenador, que também destacou a importância de se aprimorar canais de divulgação e conscientização das pessoas para a conservação das abelhas e o aumento do consumo de mel no Brasil (que hoje se limita a 60 gramas/pessoa/ano; em outras paises chega a 1,5kg).

Para debater e aprofundar o conhecimento sobre as abelhas, insetos essenciais para a produção de alimentos e a preservação da biodiversidade, por conta de seu papel na polinização de grande parte das culturas e espécies silvestres, foram convidados pesquisadores, apicultores e meliponicultores.

     


Para Névio Savietto – meliponicultor e estudioso, que é parceiro da CATI no Projeto Fazendinha Feliz, onde estão instaladas caixas de abelhas nativas, e é feito um trabalho educativo voltado à sociedade em geral, em especial às crianças e os educadores -, as abelhas são responsáveis pela perenidade das florestas e plantas alimentícias. “É por conta da polinização das flores, que se têm os frutos que geram as sementes que serão disseminadas por aves e animais, para que tenhamos, por exemplo, as frutas. Qualquer pessoa pode ser um meliponicultor, mas é fundamental que estudem e obtenham conhecimento para saber manejar de forma adequada. Atualmente, há muitas fontes de pesquisa sobre o tema e eventos como esse também são fundamentais para difundir conhecimento. Aqui na CATI é bom local para se buscar informações”, ressaltou Névio, que em suas oficinas falou sobre o manejo correto de colmeias e ensinou como é feita a transferência de um enxame para a caixa.

Em uma concorrida conversa ao pé da árvore, o apicultor João Kors, do município de Holambra, mostrou aos presentes um pouco do dia a dia de um apicultor, esclarecendo dúvidas e apresentando equipamentos modernos, como um coletor de mel de plástico resistente, por meio do qual o mel pode ser retirado sem contato manual. “Apicultura é uma paixão, mas não é uma atividade fácil, muito pelo contrário. Quem decide por trabalhar com ela, tem que estudar bastante, se aprimorar constantemente, lidar com o incômodo que a vestimenta pode causar e o medo que abelhas com ferrão podem causar, entre outras coisas; entendo que, apesar de tudo isso, é uma atividade que vale muito a pena. O mercado, tanto para o mel das abelhas com ferrão quanto das sem ferrão, é imenso e tem grande potencial de crescimento, mas é preciso entender que a criação de abelhas para a polinização, além de um serviço essencial, é muito rentável também. E hoje, para quem pretende iniciar ou se aprimorar, o conhecimento está à disposição, diferente do que ocorria há alguns anos”.

O evento também foi um espaço para se debater a sustentabilidade ambiental. Na ocasião, a Secretaria do Meio Ambiente lançou uma lista florística de espécies de plantas de interesse para as abelhas, que têm mudas produzidas pelo Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM/CATI) e são comercializadas com preços acessíveis para todos. “Essa lista, que foi compilada em uma publicação e será disponibilizada no siteda Secretaria (www.ambiente.sp.gov.br), é resultado de um período de estudos e pesquisas em todas as regiões do Estado de São Paulo. Nosso objetivo foi fornecer um indicador de espécies que devem ser preservadas e/ou incentivadas a serem plantadas, para que as abelhas tenham alimento e possam se reproduzir em quantidade e com qualidade. Escolhemos fazer o lançamento neste evento pois, além do espaço de encontro entre pessoas interessadas nas abelhas, a CATI é a entidade que fala diretamente com os produtores, não só os apicultores, mas de outras cadeias produtivas que precisam ser cada vez mais conscientizadas sobre a importância desses insetos”, informou Carolina Matos, da Secretaria do Meio Ambiente e integrante do grupo de estudos sobre polinizadores, da pasta.

“Preservar as abelhas é preservar a biodiversidade e a produção de alimentos. E para isso, a contribuição do DDSMM não poderia ser outra, a não ser continuar aprimorando o trabalho de produção de mudas de espécies nativas e frutíferas. Paralelamente a essa ação, juntamente com técnicos da Dextru, estamos elaborando um projeto para colocar iscas e caixas nas fazendas do Departamento, começando pela nossa principal unidade de produção de sementes, a Fazenda Ataliba Leonel, com o objetivo de aumentar a população de abelhas e ampliar a polinização das plantas, o que com certeza resultará em uma maior e melhor produção de sementes”, avaliou Maria Paula Domene, diretora do Centro de Testes, Avaliação e Divulgação (Cetadi/DSMM).

Mas o evento também foi pensado para a conscientização das novas gerações, o evento contou com a participação de crianças que vieram acompanhadas dos pais e de crianças do Centro de Convivência Infantil da CATI (filhos de funcionários), que ficaram fascinadas com a experiência de conhecer mais sobre o universo das abelhas. Elas participaram do plantio de espécies de mudas de interesse para a apicultura e meliponicultura e da instalação de uma colônia de abelhas jataí no parque da CATI. “Quando eu nasci, meu pai, que é engenheiro agrônomo, instalou uma caixa com abelhas sem ferrão no nosso quintal, perto da janela do meu quarto. Então, desde pequeninho, eu aprendi a gostar delas e conhecer a sua importância na vida das pessoas. Por isso, eu sou um defensor delas e falo para os meus amigos também”, disse Guilherme Latorre Diz, de 9 anos.

Osmar Diz fez um balanço positivo do evento, reiterando que a atividade foi pensada para despertar o interesse sobre as abelhas e sua relevância para a sociedade em geral, e “cumpriu seu objetivo”. “Nosso objetivo foi sensibilizar e conscientizar não só as pessoas envolvidas diretamente com as cadeias produtivas da apicultura e da meliponicultura, mas a sociedade de modo geral, incluindo as crianças, socializando conhecimento para gerar respeito, amor e proteção a esses insetos, que são essenciais para a vida humana. E durante as conversas ao longo do dia podemos observar que conseguimos plantar uma semente. Nossa mensagem é que o cenário da preservação das abelhas no mundo nos dá muito temor, mas que diante das dificuldades não devemos entrar em depressão, mas sim optar pela ação. E isso foi o que fizemos neste dia 3 de outubro de 2018!”

 

     


Programação

Além das palestras, o dia também foi de oficinas práticas de receitas com mel, preparo de ninhos-isca e transferência de abelhas sem ferrão.

Na oficina “Receitas com Mel na Cozinha Experimental da CATI, os participantes puderam obter conhecimento e colocar a “mão na massa”, ou melhor, no mel. Pão, bolos, balas e sucos fizeram parte do cardápio de receitas preparado pelas nutricionistas da Divisão de Extensão Rural (Dextru/CATI), Denise Baldan e Beatriz Canatúsio Pazinato“O mel é um produto rico em nutrientes e que pode ser utilizado em muitas combinações culinárias, tendo expressivo papel em preparações saudáveis para adultos e crianças, inclusive com propriedades medicinais, de acordo com estudos realizados por pesquisadores em diversas partes do mundo, e também com o saber popular daqueles que sabem a tradição dessa, que é considerada a primeira substância adocicada utilizada pelo homem na antiguidade”, explicaram as nutricionistas, enfatizando que as receitas foram elaboradas dentro dos conceitos de Boas Práticas de fabricação de alimentos, os quais foram repassados aos participantes.

Maria Assunción Lizso, engenheira agrônoma da CATI Regional Pindamonhangaba, participou da oficina de receitas e saiu preparada para colocar em prática. “Temos um trabalho de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) expressivo com apicultores em nossa região, com associações formadas e fortalecidas em Arranjo Produtivo Local que envolve integrantes de todos os elos da cadeia produtiva. Temos muitos apicultores e organizações que já acessam e comercializam mel em programas de compras públicas, como Programa Nacional de Alimentação (PNAE). Achei interessante essa oficina, pois aprendemos diversas formas de ter o mel como ingrediente ou base para receitas saborosas. Nosso objetivo é oferecer uma capacitação para nutricionistas e merendeiras de escolas da região, para multiplicar o aprendizado e assim ampliar a oferta de mel, em receitas que agradarão as crianças, pois algumas têm certa resistência, às vezes, a consumir o mel in natura”.

Nas oficinas “Preparo e distribuição de ninhos-isca para atrair abelhas sem ferrão” e “Transferência de enxame de um ninho-isca para uma caixa de criação racional (manejo das abelhas sem ferrão)”, os participantes aprenderam técnicas que permitem às pessoas leigas iniciarem a criação e manejo de pequenas colmeias. “Eu sou dona de casa e montanhista; adoro o contato com a natureza e sempre tive um amor especial pelas abelhas. Tenho algumas caixas de abelhas sem ferrão; com a troca de experiências com outros meliponicultores e nas oficinas aprendi muita coisa, que vou aplicar no manejo e, possivelmente, até ampliar o número de caixas. O evento foi sensacional, fiquei sabendo por amiga e espero que tenha todos os anos, para que cada vez mais a sociedade se conscientize de seu papel na proteção desses insetos, que são tão importantes para a nossa vida”, disse Luciana Barbosa da Silva, moradora de Campinas.

Além das oficinas, uma exposição de abelhas sem ferrão, uma conversa ao pé da árvore e um passeio pelo parque da CATI, que tem centenas de espécies atrativas para esses insetos, possibilitaram uma troca experiências com meliponicultores experientes, como seu Hermelindo Sandri, que há mais de 70 anos cria e preserva centenas de espécies melíponeas. “Eu sou meliponicultor desde os oito anos de idade e, desde então, tenho buscado conhecer mais sobre as abelhas sem ferrão e identificá-las. Por isso, participar de eventos como esse é muito bom, pois é uma oportunidade para estar próximo das pessoas e influenciá-las positivamente para esse trabalho, que vejo como uma missão: o conhecer e o cuidar das abelhas sem ferrão, que além da polinização, trabalho central na conservação da biodiversidade e da vida humana, nos fornece mel de altíssima qualidade e outros produtos. Estou sempre à disposição e sempre quero participar”, ressaltou o seu Hermelindo, que é uma referência nacional na meliponicultura e aproveitou a ocasião para alertar sobre o desaparecimento das abelhas, contando um caso triste que aconteceu recentemente com ele: “Dependendo do tamanho e da estrutura, uma caixa pode contar com mais de 30 mil abelhas. Recentemente, perdi cerca de 80 caixas, por conta de uso excessivo de pesticidas ao redor da minha casa. Fiquei tão abalado, que pensei em desistir do meliponário. Vemos essa mortandade acontecendo em todos os lugares; e é ainda mais difícil quando acontece do nosso lado”, disse o meliponicultor, que foi encorajado, pela organização do evento, a continuar transferindo conhecimento e conscientizando as pessoas, dentro e fora do País, e levando sua mensagem: “Se não tiver abelha, não se tem polinização, não se têm fruto, não se têm sementes, não tem árvores, não tem oxigênio e, consequentemente, não se tem vida; esse é um ciclo totalmente interligado”.

Durante a programação do dia, o público também pôde degustar e adquirir mel e outros produtos das abelhas, diretamente de produtores e de indústrias que expuseram uma cartela diversificada de produtos da colmeia. Os visitantes também puderam visitar uma exposição de colmeias, banners educativos e outros materiais técnicos, bem como esclarecer dúvidas sobre colônias de abelhas sem ferrão brasileiras, que fazem parte de um universo de mais de centenas de espécies, como a jataí, mandaçaia, manduri, urucu-amarela e mandaguari.

No encerramento das atividades, os participantes degustaram diversos alimentos como pão de mel, bolos, doces e sucos, que foram produzidos na oficina de receitas com mel.

 

     


Homenagens

Também fez parte da programação uma homenagem aos extensionistas Clélia Mardegan e Alcides Moreira, que fizeram do desenvolvimento sustentável da apicultura e da meliponicultura o foco de seu trabalho de campo, estudos e pesquisas. Muito emocionados, os agrônomos agradeceram a homenagem e incentivaram os extensionistas mais jovens a se engajarem na atividade que, segundo eles, pode ser conduzida de maneira transversal com outras atividades em sistemas agroecológicos e orgânicos. Apesar de aposentados, os agrônomos se colocaram à disposição para continuar auxiliando a CATI e os apicultores no trabalho de fortalecimento do segmento em São Paulo.

O engenheiro agrônomo Alcides Moreira, que por mais de 30 anos atuou na Casa da Agricultura de Ibitinga, ligada à CATI Regional Jaboticabal, foi um dos maiores incentivadores da atividade apícola no âmbito da extensão rural paulista. Seus primeiros trabalhos junto a apicultores tiveram início na década de 1970, com um cadastramento dos envolvidos na atividade e levantamento dos problemas e de soluções para resolvê-los. Fez um grande trabalho de comunicação para desmistificar a criação da abelha africanizada, considerada muito agressiva (essa espécie foi introduzida no Brasil, sendo a que mais produz mel); elaborou o primeiro Boletim Técnico da CATI sobre a apicultura; coordenou diversas capacitações para técnicos da rede e apicultores; em parceria com a pesquisa, fez diversas pesquisas premiadas, como a de melhoramento genético de abelhas africanizadas; implantou um viveiro de plantas apícolas em Ibitinga, que possibilitou a criação de um banco de sementes, por meio de projeto da Casa da Agricultura; distribuiu abelhas rainhas pelo correio, para incentivar a criação; integrou equipe de curso de apicultura veiculado pela TV Cultura; em um esforço conjunto de diversas entidades, conseguiu montar a Estação Experimental de Apicultura na Barragem Hidroelétrica de Ibitinga, entre tantas outras ações.

Clélia Maria Mardegan é engenheira agrônoma formada pela Unesp de Jaboticabal e ingressou na CATI em 1984, iniciando seus trabalhos com apicultura com o Alcides Moreira. Em seus quase 30 anos de trabalho na região de Lins, atuou e coordenou trabalhos e projetos nas áreas de apicultura, conservação do solo e restauração de Áreas de Proteção Ambiental, tendo, inclusive, coordenado a publicação de materiais técnicos sobre os temas. Aposentada há cinco anos, hoje é apicultora, agricultora agroecológica e professora na Faculdade de Agronomia da Universidade de Lins – Unisalesiano.

 

 


CATI incentiva a apicultura e meliponicultura

 

De acordo com especialistas, as abelhas prestam um serviço ecossistêmico essencial para a biodiversidade, por polinizar não apenas as culturas agrícolas como também plantas silvestres. Estima-se que 35% da produção agrícola global, bem como 85% das plantas selvagens dependam, em algum grau, da polinização. Entre os polinizadores, as abelhas são os mais importantes e mais eficientes agentes. Hoje, se conhecem, em todo o mundo, mais de 20 mil espécies, porém apenas cerca de 2% produzem mel. Entre essa porcentagem, as do gênero Apis são as mais conhecidas e difundidas.

Considerada excelente opção para a agricultura familiar, por proporcionar o aumento de renda com sustentabilidade ambiental, a apicultura paulista está em expansão e tem sido incentivada pela CATI, com ações regionais e investimentos do Projeto Microbacias II.

 

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