Reportagens sobre a CATI em outras fontes de comunicação

Os valores vão até R $ 80.000,00 (oitenta mil reais) para os produtores rurais e até R $ 1.500.000,00 para as associações e cooperativas. A taxa de juros é de 1% ao ano. Serão oferecidos 24 meses de carência e 48 meses para pagar. O prazo mínimo de financiamento é de 12 meses.

Hoje, quando se comemora o Dia da Árvore, 21 de setembro, está completando 64 anos a Fazenda Ataliba Leonel, conhecida na cidade de Manduri ─ localizada a 314km da capital paulista ─ como Fazenda do Estado. Ganhou esta alcunha após ser desapropriada, em 1941, pelo Governo do Estado de São Paulo para, posteriormente, instalar, em 21 de setembro de 1957, a “Fazenda do Milho Híbrido”. No decorrer desse tempo, teve outros nomes como Fazenda de Produção, Serviço de Produção de Sementes, e já há vários anos é uma unidade da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CATI/CDRS), vinculada ao Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM), onde fica o Núcleo de Produção de Sementes Ataliba Leonel. A Ataliba Leonel é a principal responsável pela produção de sementes da Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

(...) A realização é do Conselho do Café da Região de Garça (ConGarça) e da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural e Sustentável (CDRS). (...)

Os recursos serão do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap) via Desenvolve-SP, para custeio emergencial, despesas para manutenção e recuperação da produção agropecuária. Para solicitar o crédito o produtor ou associado deve procurar os Escritórios de Desenvolvimento Rurais (EDRs) e Casas da Agricultura (C.A.) espalhados por todo Estado. A lista com os contatos e os endereços das EDRs e das Casas da Agricultura pode ser acessada em: https://www.cdrs.sp.gov.br/portal/institucional/enderecos.

O inverno de 2021 vai chegando ao fim e as condições de clima e temperatura que foram extremas neste ano, em especial nos meses de julho e agosto, pegando muitos produtores de surpresa e desprevenidos, deixaram marcas e comprometeram várias atividades agrícolas, sendo as mais afetadas a olericultura e as culturas a campo. Algumas sofreram mais e perdeu-se toda a safra; outras menos, e podem ser recuperadas com as primeiras chuvas e os ares de Primavera que se anunciam. De qualquer forma, há sempre orientações a serem feitas neste pós-geadas, estiagem prolongada, déficite hídrico e o inverno mais rigoroso destes últimos tempos. É o que explicam os técnicos da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CATI/CDRS) do Vale do Ribeira, região onde predominam os bananais, o cultivo de pupunha e a bubalinocultura, entre outras atividades, como as plantas ornamentais de torrão ─ azaleia, podocarpo, orquídea-bambu, bordo, entre outras ─ bem representativas na região.

Com o objetivo de ter mais cafeicultores participantes, as inscrições para o 4º Concurso de Cafés Especiais da Região de Garça foram prorrogadas até dia 24 de setembro. (...) Para mais informações ligue 3406-4077. A realização é do ConGarça – Conselho do Café da Região de Garça – e da CDRS – Coordenadoria de Desenvolvimento Rural e Sustentável. (...)

O Agro & Negócios, da Rádio 101 FM, destaca neste domingo, dia 18 de setembro, às 7h: Estudo sobre solo e planejamento da alimentação para a próxima seca. O primeiro assunto é abordado por Mauricio Dominguez Nasser (foto), pesquisador da APTA (Agência Paulista de Tecnologia em Agronegócios) Regional de Adamantina, ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Já o planejamento é o tema do engenheiro agrônomo João Menezes Neto, no Café da Pecuária. Saiba mais: www.norteagropecuario.com.br

O Agro & Negócios, da Rádio 101 FM, destaca neste domingo, dia 18 de setembro, às 7h: Estudo sobre solo e planejamento da alimentação para a próxima seca.

Celebrado no dia 22 deste mês, o dia do Rio Tietê será lembrado com atividades ecopedagógicas e uma feira de agroecologia.

(...) O engenheiro agrônomo da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural e Sustentável (CDRS-Cati), de Catanduva, Claudio Giusti de Souza, diz que o clima adverso, com a falta de chuvas e a baixa umidade do ar, poderá provocar o aparecimento de pragas e doenças nos pomares. “As árvores perdem muitas folhas com o clima mais seco, o que influencia na floração e no pegamento da laranja. O produtor deve ficar atento, porque esse fator pode provocar o aparecimento de doenças, sendo necessário o manejo com o uso de defensivos”, disse Claudio. (...)