Reportagens sobre a CATI em outras fontes de comunicação

Uma ótima notícia neste começo de 2021 é o início da operação de irrigação no Núcleo de Produção de Mudas (NPM) em Itaberá, que permitirá dobrar a oferta de mudas de pêssego, ameixa, nectarina, atemoia e caqui, dos atuais 70 mil, para 140 mil mudas certificadas produzidas pelo Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM) da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS).
O Governo Federal, em conjunto com a Agência Nacional de Águas (ANA), aprovou o repasse de R$ 1.000.337,55 para Prefeitura de Presidente Prudente, que será destinado à revitalização da bacia hidrográfica do alto curso do Rio Santo Anastácio, responsável pelo abastecimento de água para aproximadamente 30% da população do município.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) adquiriu 18,5 mil mudas para recomposição florestal e recuperação de áreas degradadas em Terras Indígenas (TIs) do estado de São Paulo. As mudas de espécies frutíferas e florestais nativas foram entregues pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, via Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) – Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM).

Já tem data marcada para mais uma capacitação promovida pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento, via Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) Regional Bauru, voltada aos médicos veterinários e técnicos, tanto da rede da Secretaria quanto de prefeituras municipais. Tais capacitações − como a próxima, com o tema “Principais cuidados para a produção de leite com qualidade”, que ocorrerá no dia 25 de fevereiro, das 9h às 11h − são realizadas semanalmente, desde setembro de 2020, e têm um público cativo, interessado e que aumenta a cada novo tema proposto. É o que conta o diretor da CDRS Regional Bauru, engenheiro agrônomo Marco Aurélio Beraldo. “Começamos em plena pandemia, com apenas 10 participantes, e, hoje, já são em torno de 150 inscritos, não só do Estado de São Paulo”, diz Beraldo.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) adquiriu 18,5 mil mudas para recomposição florestal e recuperação de áreas degradadas em Terras Indígenas (TIs) do estado de São Paulo. As mudas de espécies frutíferas e florestais nativas foram entregues pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento, via Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) – Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes (DSMM).

Materiais do IAC são altamente produtivos, ricos em vitamina A e podem ter valor agregado.

A Coordenadoria Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, iniciou na semana passada, em duas propriedades rurais aqui de Itapira, um experimento com uma nova variedade de capim desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa- órgão do Ministério da Agricultura).

(...) Segundo técnicos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, que atuam na Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) capacitando e atendendo os produtores rurais, o coentro pode ser produzido diretamente em campo aberto, sob telados ou em hidroponia. As áreas de cultivo nem sempre são grandes e a produção concentra-se entre os produtores pequenos e médios, que plantam coentro em meio a outras hortaliças. “O valor agregado ao coentro é muito bom e por isso muitos sempre acabam tendo um pouco na horta para oferecer em feiras e mercados”, diz David Rodrigues, diretor da CDRS Regional Mogi das Cruzes. (...)

Tipicamente brasileira, a mandioca faz parte da cultura alimentar do Brasil, tendo espaço na alimentação do dia a dia e até mesmo na alta gastronomia. O que pouca gente sabe é que por trás desse produto, considerado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o alimento do século XXI, há muita ciência e tecnologia. Esse alimento consegue atravessar décadas por carregar forte bagagem científica, em que o Instituto Agronômico (IAC-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, é o protagonista.

Tipicamente brasileira, a mandioca faz parte da cultura alimentar do Brasil, tendo espaço na alimentação do dia a dia e até mesmo na alta gastronomia. O que pouca gente sabe é que por trás desse produto, considerado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o alimento do século XXI, há muita ciência e tecnologia. Esse alimento consegue atravessar décadas por carregar forte bagagem científica, em que o Instituto Agronômico (IAC-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, é o protagonista.