Reportagens sobre a CATI em outras fontes de comunicação

No próximo sábado é comemorado o Dia da Amazônia e sempre é importante destacarmos as iniciativas que o Brasil possui de preservação ambiental não somente da Amazônia como de toda a área verde do nosso país. E nesse sentido, a Secretaria de Agricultura de São Paulo em parceria com a Unesp, Universidade Estadual de São Paulo, desenvolveu um projeto para a recuperação do Aquífero Guarani, que é um dos maiores reservatórios de água doce do planeta. O projeto consiste na recuperação de 200 hectares de Mata Atlântica, manutenção da chuva e equilíbrio ambiental do Aquífero. E sobre isso o jornalista Marcio Fernandes conversou com o engenheiro agrônomo e assistente de planejamento da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável regional Botucatu, Rafael Marcelino.

Vereadores se manifestam ante a proposta de reestruturação da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

“Quem vai assumir os serviços prestados pelo Itesp às prefeituras? Quem vai acompanhar os quilombolas? O que será que está por trás da extinção de órgãos como o Itesp e Casas da Agricultura? É apenas o orçamento?”, questiona Robson de Oliveira, presidente da Associação dos Funcionários da Fundação Itesp. Os agricultores familiares de assentamentos rurais e quilombos comercializaram R$ 300 milhões em 2019, segundo dados do governo paulista. “O projeto do governo vem para destruir o serviço de extensão rural do Estado, construído ao longo de décadas”, denuncia Abelardo Gonçalves, vice-presidente da Associação Paulista de Extensão Rural (Apaer).

As Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs) vêm ganhando as páginas de veículos de comunicação, espaço em hortas urbanas e no cardápio de cada vez mais chefs, mas, segundo conhecedores do assunto, ainda existe um grande desconhecimento sobre elas por parte de potenciais produtores e consumidores.

As Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs) vêm ganhando as páginas de veículos de comunicação, espaço em hortas urbanas e no cardápio de cada vez mais chefs, mas, segundo conhecedores do assunto, ainda existe um grande desconhecimento sobre elas por parte de potenciais produtores e consumidores.

Reorganização dos projetos busca estratégias para desenvolver soluções tecnológicas e inovação no agronegócio de São Paulo.

Especialistas destacam bons exemplos de geração de renda e emprego no setor de agronegócio da maior cidade do país.

O ovo de galinha é um alimento nutritivo, relativamente barato e que está ganhando cada vez mais espaço no nosso prato. Tanto que o Brasil alcançou, pela primeira vez, a média mundial de consumo, batendo recorde ano a ano. Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em 2019 foi alcançada a marca histórica de 230 ovos por habitante/ano. É quase o dobro do nosso consumo há 10 anos, destaca a médica veterinária Cheila Rúbia Leite Massiere Duarte, responsável pela Casa da Agricultura do município de Laranjal Paulista. “Em 2018, cada brasileiro consumiu, em média, 212 ovos durante o ano, 20 a mais do que em 2017. O motivo para essa crescente ascensão deve-se, em parte, às pesquisas, que derrubaram a imagem do ovo como alimento prejudicial à saúde e, somado a isso, temos o ovo como alternativa ao consumo de carne” explica Cheila.

O Estado de São Paulo conta com mais de 30 mil nutricionistas, que atuam junto à área da saúde em prol da prevenção e da segurança alimentar. O nutricionista estuda o alimento e suas ações dentro do organismo, com conceitos metabólicos, que servem para sustentação da teoria nas diversas áreas onde atua. Na Secretaria de Agricultura e Abastecimento paulista, este profissional desempenha diversas ações de orientação junto ao produtor rural e à população.

O Espírito Santo participou da instalação do projeto em rede “Morangos do Brasil”, assim como outros estados produtores da fruta: Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, que respondem por cerca de 80% da produção do País. As instituições integrantes se reuniram virtualmente, nessa segunda-feira (24), para discutir o enfrentamento das dificuldades encontradas na cadeia produtiva, principalmente, entre os agricultores familiares, e dar início às atividades conjuntas a fim de minimizar os impactos econômicos na cadeia produtiva.