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São Paulo é responsável por 90% da produção nacional de amendoim e abriga parte importante dos demais elos da cadeia de produção. A safra de amendoim deste ano foi beneficiada pelo clima e a alta do dólar favoreceu as exportações, gerando renda aos produtores do Estado, mesmo no momento de pandemia. Durante todo o mês de junho, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo divulgará semanalmente textos sobre produtos juninos paulistas que recheiam as mesas durante essa época do ano e suas ações para fomentar a produção na área de pesquisa, extensão rural e abastecimento.

A pandemia de Covid-19 tem refletido em novos hábitos por parte da população brasileira. O cultivo de plantas condimentares ou ervas aromáticas em vasos ou num canteiro ou até mesmo no jardim, além de ser uma atividade que ajuda a relaxar, confere uma alimentação mais saudável. Aliás, principalmente, um pequeno contato com a natureza e os benefícios que ela nos proporciona diariamente.

Capacitação gratuita no dia 5/6 será voltada ao técnicos, autônomos e demais interessados na área.

De acordo com dados da Pasta, o Estado de São Paulo possui 324 laticínios, sendo que 180 deles (56%) com fiscalização do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISP), vinculado a Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), e 144 (44%) fiscalizados pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF). O Estado possui cerca de 30 mil unidades especializadas na produção leiteira, com plantel de 975 mil cabeças. Sua produção é de 1,64 bilhão de litros por ano, o equivalente a 4,8% do total produzido no País. Dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA) mostram que o valor bruto da produção do leite é de R$ 2,19 bilhões por ano sendo São Paulo o sexto maior produtor de leite no Brasil.

Coordenadoria programa reuniões de alinhamento para atender de modo mais efetivo os produtores rurais em todo o Estado.

Dessa forma, Paulo José Coelho e Celma da Silva Lago Baptistella, pesquisadores do IEA, utilizaram as informações do Lupa para conhecer melhor a cultura do coco.

Extensionistas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, que atuam na Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS),respondem essa pergunta e mostram como enriquecer a alimentação e melhorar a saúde com essas espécies.

Em 1.° de junho é comemorado o Dia Mundial do Leite, produto de alto valor nutricional que está presente no dia a dia da população, seja na sua versão pura ou nos seus derivados como queijos, iogurte e manteiga. Em São Paulo, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento busca a produção de leite de excelente qualidade e alto valor agregado por meio do desenvolvimento científico e tecnológico, do trabalho de extensão rural e de transferência de tecnologia e conhecimento em gestão e qualidade. Neste Dia Mundial do Leite, o secretário de Agricultura e Abastecimento, Gustavo Junqueira, participou nas redes sociais do “Desafio do Leite”, lançado pela Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite) com o objetivo de valorizar o setor em meio a pandemia de Covid-19 e fomentar o consumo.

O produtor rural que optar pela integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) deve ter bem delineado o mercado que pretende atender com a madeira que vai produzir. A inclusão de árvores integradas à lavoura e à criação de animais é uma decisão importante por se tratar de um componente não muito conhecido de grande parte dos produtores. Mas existem agropecuaristas que estão investindo nos sistemas integrados completos com sucesso.

Plantada e consumida em todo o território nacional, a alface é um alimento rico em nutrientes e pode ser consumida o ano todo, inclusive no período mais frio. Técnicas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo explicam que a hortaliça é a primeira folhosa introduzida na alimentação e seu consumo ajuda a reduzir até mesmo a ansiedade. Segundo o diagnóstico da Olericultura Paulista de 2019, 85% dos municípios paulistas cultivam alface, sendo a região de Mogi das Cruzes responsável por, aproximadamente, 60% da produção estadual, seguida de Ibiúna, com 25%.