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A alimentação exerce forte influência na vida das pessoas, a escolha dos alimentos é fundamental para uma vida equilibrada e saudável. Isso é fato, além de conferirem sabor, as plantas também podem ajudar a combater alguns males, prevenir outros. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, via extensão rural exercida pelos extensionistas da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) tem procurado ao longo dos anos oferecer vários treinamentos para que tanto a população rural, quanto urbana possam se beneficiar do uso das plantas em sua alimentação, atingindo, dessa forma, toda uma cadeia produtiva, ou seja, oferecendo alternativas para o cultivo no campo até o consumo.

Uma ação uniu a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, por meio da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) Regional Mogi das Cruzes, a Fundação Banco do Brasil, a Prefeitura de Mogi das Cruzes e os produtores rurais para entregar 10 mil cestas de alimentos a cinco mil famílias em situação de vulnerabilidade na cidade.

A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), de acordo com a regulamentação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), não é obrigatória para o produtor rural tal como o é para várias atividades comerciais, porém pode ser feita de forma voluntária e de acordo com o interesse do produtor rural em acessar os mercados que exigem tal documento, como o comércio interestadual e/ou exportação de produtos oriundos de sua atividade. Geralmente, é o mercado que acaba exigindo a NF-e, sendo preciso avaliar se é compensatória ou não ao produtor a emissão, porque, por menor que seja, há um custo. “Uma vez feita a opção pela NF-e, não é mais possível utilizar o documento físico, no caso o talão de nota fiscal, pois este perderá a validade”, explica o contador Luiz Carlos Rodrigues Júnior, da De Martino Contabilidade Ltda.

Extensionistas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, que atuam na Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS), respondem essa pergunta e mostram como enriquecer a alimentação e melhorar a saúde com essas espécies.

Há algum tempo em casa devido à quarentena em prevenção à Covid-19, as famílias paulistas tem preparado refeições juntos com maior frequência durante o dia. Mais elaboradas, elas acabam por produzir maior quantidade de resíduos decorrente de cascas, folhas, alguns bagaços, enfim, todo um lixo orgânico que pode e deve ser aproveitado, pois é muito rico em nutrientes para as plantas.

Há algum tempo em casa devido à quarentena em prevenção à Covid-19, as famílias paulistas tem preparado refeições juntos com maior frequência durante o dia. Mais elaboradas, elas acabam por produzir maior quantidade de resíduos decorrente de cascas, folhas, alguns bagaços, enfim, todo um lixo orgânico que pode e deve ser aproveitado, pois é muito rico em nutrientes para as plantas.

Agricultores foram afetados pela baixa demanda da Ceagesp e pela interrupção das aulas. Agora contam com a venda aos mercados e delivery para manter vendas. Com safra em meio a pandemia, produtores de caqui de Mogi das Cruzes tentam minimizar prejuízos Ercílio Hoçoya/Divulgação A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19) tem preocupado trabalhadores do campo.

Agricultores foram afetados pela baixa demanda da Ceagesp e pela interrupção das aulas. Agora contam com a venda aos mercados e delivery para manter vendas.

Há algum tempo em casa devido à quarentena em prevenção à Covid-19, as famílias paulistas tem preparado refeições juntos com maior frequência durante o dia. Mais elaboradas, elas acabam por produzir maior quantidade de resíduos decorrente de cascas, folhas, alguns bagaços, enfim, todo um lixo orgânico que pode e deve ser aproveitado, pois é muito rico em nutrientes para as plantas.

Para a população de Arealva, município de cerca de nove mil habitantes localizado às margens do Rio Tietê, e que integra a área de atuação da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) Regional Bauru, da Secretaria de Agricultura e a Abastecimento do Estado, a Feira do Produtor Rural se firmou como um local de aquisição de alimentos frescos e produtos saudáveis, com direito a um relacionamento próximo com aqueles que dedicam a vida a trabalhar a terra: os pequenos produtores da cidade.